Quais as cidades mais desejadas para viver no RS após a aposentadoria; ranking surpreende

O Rio Grande do Sul se destaca no Índice de Desenvolvimento Urbano para a Longevidade (IDL) de 2023, com pelo menos 14 municípios gaúchos presentes entre as cidades brasileiras mais preparadas para receber a população idosa, que cresce cada vez mais no país. O estudo do Instituto de Longevidade avalia a qualidade de vida dos idosos com base em indicadores socioambientais, econômicos e de saúde, como a presença de hospitais, capacidade de consumo dos aposentados, vulnerabilidade social e acesso à educação contínua para essa faixa etária.

O IDL divide os municípios em três categorias conforme o tamanho da população: grandes, médias e pequenas cidades. Entre os municípios grandes, Passo Fundo, na região Norte do estado, aparece na 17ª posição nacional. Nas cidades médias, Gramado alcança o segundo lugar, seguida por Garibaldi, que aparece em sexto, ambas localizadas na Serra Gaúcha. Outros municípios da região, como Torres, Lajeado e Ijuí, também fazem parte do Top 20 dessa categoria.

Cidades pequenas no RS ideais para aposentados

Na categoria das pequenas cidades, oito municípios do Rio Grande do Sul se destacam: Rodeio Bonito, Dois Lajeados, Boa Vista do Buricá, Marques de Souza, Tenente Portela, Anta Gorda, Montauri, Campina das Missões e Caibaté. Rodeio Bonito, por exemplo, é apontada como uma das melhores para envelhecer no Brasil, especialmente devido à sua infraestrutura de saúde e políticas públicas voltadas para o bem-estar dos idosos.

O ranking completo com análises detalhadas e notas por município pode ser consultado no site do Instituto de Longevidade, onde é possível verificar o desempenho dos municípios nos critérios que envolvem saúde, economia e aspectos socioambientais. Porto Alegre, capital do estado, aparece na 30ª posição entre os grandes municípios, demonstrando o empenho do estado em oferecer condições adequadas para um envelhecimento saudável.