Loteria Estadual divide candidatos a governador do Rio Grande do Sul

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A possível reativação da Loteria do Estado do Rio Grande do Sul (Lotergs) está sendo alvo de debates entre os concorrentes ao Palácio do Piratini. Dos oito candidatos ao cargo de Governador do RS, quatro se mostraram a favor da medida, enquanto outros quatro não a aprovam. 

A Lotergs foi criada em 1843 por Bento Gonçalves, e suspensa apenas em 2004 durante o governo de Germano Rigotto (MDB). 

Após um decreto emitido por Eduardo Leite (PSDB) em 2021, época em que era governador, a loteria foi oficialmente reativada, porém ainda não voltou a operar. Segundo estudo encomendado na época, a previsão era de que a loteria rendesse uma receita líquida de R$ 3 bilhões ao longo de 20 anos aos cofres públicos. 

O retorno da Lotergs já era esperado desde 2020, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou duas ações de reconhecimento dos Estados para a exploração de loterias e jogos. Com a decisão, municípios como Porto Alegre também planejam criar seus próprios serviços lotéricos. Sebastião Melo, prefeito da Capital, sancionou no último mês uma lei autorizando o município a ter seu serviço de loteria. Os recursos obtidos, segundo o chefe do Executivo, seriam utilizados para qualificação do transporte coletivo. 

Confira quais candidatos ao governo do Rio Grande do Sul são a favor ou contra o retorno da Loteria Estadual.

Candidatos a favor da Lotergs

  • Eduardo Leite (PSDB)
  • Luis Carlos Heinze (PP)
  • Onyx Lorenzoni (PL)
  • Vicente Bogo (PSB)

Candidatos contra a Lotergs

  • Argenta (PSC)
  • Edegar Pretto (PT)
  • Ricardo Jobim (Novo)
  • Vieira da Cunha (PDT)