Movimentos preparam para esta tarde protesto contra aumento do ônibus em SP

A região central de São Paulo deve sofrer com o trânsito e o possível fechamento de vias no final da tarde desta quinta-feira, 6. Isso porque está marcado para às 17h, um encontro no Teatro Municipal, intitulado de “Se a tarifa não baixar, São Paulo vai parar”. Esse será o primeiro grande protesto contra o aumento do transporte público, que sofreu reajuste no último domingo, 1º de junho, em que ônibus, Metrô e trem, passaram a custar R$ 3,20. Antes do anúncio do aumento, em coletiva do prefeito Fernando Haddad (PT) e do governador Geraldo Alckmin (PSDB), vários movimentos estudantis, de classe e políticos, alinhados ao articulador Movimento Passe Livre (MPL), já protestavam em ruas e terminais da cidade de São Paulo. Terminas como o de Pirituba, na zona Oeste e Parque Dom Pedro II, no centro, foram fechados por alguns instantes, por estudantes munidos de faixas e cartazes, com dizeres como: “R$ 3,20 é roubo” e “Mãos ao alto, R$3,20 é um assalto”. Vias importantes, como a Estrada do M´Boi Mirim, na zona Sul, também tiveram faixas interditadas para os manifestantes. Às vésperas do aumento, a reportagem do Infodiretas, acompanhou a saga de um senhor, que esperou por 1h15  sua condução com destino para casa.

Leia a matéria https://infodiretas.com/noticias/as-vesperas-do-aumento-passageiro-espera-por-1h15-onibus-na-zona-sul/

Cartilha na internet orienta em caso de confronto com a PM

Na madrugada desta quinta-feira, 6, uma cartilha para iniciantes em protestos, que casualmente terminam em confronto com policiais militares, orientava quem vai ao manifesto desta tarde. O material é chamado de “como se defender de armas menos letais”.