Porto Alegre tem protestos referente a terceirização de serviços na área da saúde

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O Sindicato dos Municipários (Simpa), Conselho de Representantes (Cores Saúde), Conselho Municipal de Saúde (CMS) e pessoas da comunidade protestaram contra a privatização do Sistema Único de Saúde – SUS de Porto Alegre na segunda-feira (20). A manifestação aconteceu em frente a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e contou com o apoio dos servidores e comunidade local.

Os manifestantes defendem que a saúde pública volte a ser responsabilidade do município e exigem a paralisação do processo de entrega da saúde pública de Porto Alegre para a iniciativa privada que, segundo eles, o processo de terceirização, parcerização e privatização  dos serviços públicos defendido pelo prefeito da capital gaúcha, Sebastião Melo (MDB) prejudica o atendimento à população. 

Durante o protesto, os participantes salientaram que a saúde é um direito assegurado pela Constituição Federal e não deve ser tratada como uma mercadoria. Além disso, destacaram o importante papel do SUS durante a pandemia de covid-19 diante da omissão do governo Bolsonaro. 

Ao final da manifestação, uma reunião com o secretário municipal da Saúde, Mauro Sparta, foi marcada para hoje (25).

A manifestação faz parte de uma série de protestos contra a privatização da saúde pública de Porto Alegre

Os protestos contra a privatização dos serviços de saúde de Porto Alegre ocorrem em diversos equipamentos de saúde da cidade para pressionar o governo a recuar da iniciativa. 

Além das manifestações, o Simpa protocolou, na última terça-feira (21) ação já existente no Tribunal de Justiça (TJ-RS), de autoria do Simpa e CMS, contra as terceirizações.

Manifestação na Unidade de Saúde Chácara da Fumaça

Um grupo de moradores protestou contra a terceirização da equipe de saúde pública na Unidade de Saúde Chácara da Fumaça, no dia 13 de junho. A comunidade local está preocupada com o projeto da prefeitura de substituir a equipe por uma terceirizada.