Preço do iPhone 17 no Brasil está entre os mais caros do mundo; veja ranking
O iPhone 17 lançado no Brasil é o segundo mais caro do mundo, ficando atrás apenas da Turquia no ranking global de preços. De acordo com levantamento do portal Canaltech, o preço oficial da versão básica do iPhone 17 no Brasil é de R$ 7.999, enquanto na Turquia o valor chega a R$ 11.658,85. Essa discrepância coloca o Brasil em uma posição de destaque negativa para quem deseja adquirir o aparelho no país.
Além do modelo básico, outros lançamentos da linha iPhone 17 também figuram entre os mais caros do planeta para o consumidor brasileiro. O iPhone 17 Pro, por exemplo, é vendido por R$ 11.499, sendo o segundo mais caro do mundo, também atrás da Turquia. Já o iPhone Air tem preço oficial de R$ 10.499 no Brasil, que o coloca na terceira colocação global.
Comparando com os Estados Unidos, onde o iPhone 17 é vendido pelo menor preço global, o modelo básico custa US$ 799, que convertido equivale a cerca de R$ 4.214,72. Isso significa que o preço do iPhone no Brasil chega a ser praticamente o dobro do valor americano, evidenciando uma grande disparidade.
Os motivos para os preços elevados no Brasil estão ligados principalmente à alta carga tributária sobre produtos eletrônicos importados, somada a custos logísticos e variações cambiais do dólar. Outro fator é a política regional de preços adotada pela Apple, que ajusta valores conforme os impostos e custos locais de cada país.
Ranking dos países com iPhone 17 mais caro
Confira o ranking dos países com os preços mais altos do iPhone 17 na versão básica em reais (conversão direta):
- Turquia — R$ 11.658,85
- Brasil — R$ 7.999,00
- Noruega — R$ 5.884,55
- Finlândia — R$ 5.706,99
- Dinamarca — R$ 5.690,24
- Portugal — R$ 5.649,75
- Hungria — R$ 5.625,86
- Chile — R$ 5.607,64
- México — R$ 5.599,72
- Irlanda — R$ 5.592,63
Dessa forma, apesar do dólar ter desacelerado nos últimos meses, o Brasil permanece entre os países com iPhones mais caros do mundo, dificultando o acesso para muitos consumidores que enfrentam preços elevados e alto custo-benefício negativo na compra dos aparelhos Apple.