Estes são os estados mais felizes do Brasil, segundo ranking
Segundo um estudo realizado em 2021 pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Santa Catarina lidera o ranking de felicidade no Brasil. O estado se destaca por sua economia diversificada e pelo baixo índice de desemprego, que naquele ano foi de apenas 6,2%, contribuindo significativamente para a percepção de bem-estar da população.
O estado também apresenta políticas públicas eficientes e um ambiente econômico robusto, o que o coloca entre os primeiros lugares na criação de novos postos de trabalho em 2020 e 2021. Esse cenário refl ete diretamente na satisfação dos habitantes, consolidando Santa Catarina como referência nacional em qualidade de vida.
Estados do Sul são os mais felizes do Brasil, segundo ranking
O Sul do Brasil domina o top 3 do ranking de felicidade, com Santa Catarina em primeiro lugar, seguido pelo Rio Grande do Sul e Paraná. Essa concentração regional indica que as condições econômicas e sociais da região influenciam positivamente a felicidade dos seus moradores.
Dentro de Santa Catarina, Joinville merece destaque especial, figurando como a cidade mais feliz do Brasil. Reconhecida pela alta qualidade de vida, infraestrutura eficiente e ambiente favorável ao desenvolvimento econômico e cultural, Joinville também ocupa o segundo lugar no ranking das melhores cidades para se viver no país. Outras cidades catarinenses, como Florianópolis e Blumenau, também aparecem entre as mais felizes, reforçando a predominância do bem-estar em todo o estado.
Alguns dos fatores que sustentam essa liderança são a elevada expectativa de vida, o alto índice de desenvolvimento humano e o dinamismo econômico. O setor privado, em especial os setores de comércio e serviços, é responsável por mais da metade dos empregos gerados no estado, contribuindo para a estabilidade econômica da população.
Em contraposição, o estudo aponta os estados do Norte e Nordeste do país como os mais infelizes, com Bahia, Alagoas e Sergipe ocupando as últimas posições no ranking, principalmente por conta do alto índice de desemprego.